quinta-feira, 25 de março de 2010

Clássico ou vergonha? Clássico E vergonha.




Depois dessa imagem, que mostra a bagunça na área do Avaí na hora do gol do Figueirense, resta-me pouco a falar. É difícil, nesses momentos de revolta, achar as palavras para definir a várzea que esse Campeonato Catarinense vem se tornando, cada vez mais.

Há tantos anos que acompanho os jogos do Avaí, seja fora, ou em casa, e não tão poucas foram as vezes que presenciei fatos como o do clássico do dia de ontem, na Ressacada. Pessoalmente falando, a última vez que me lembro de estar tão revoltada com a arbitragem foi em 1999, na final que todos nós avaianos sabemos ter sido "garfados". Ok, o trauma passou (ou não!) e, novamente, somos surpreendidos, agora pelo juiz Luiz Orlando de Souza, que fez uma arbitragem desastrosa, para não dizer horrorosa e nojenta.

Eu não costumo reclamar de arbitragem, porque acho que quando o time é bom - ou pelo menos melhor que o adversário, ganha. No entanto, ontem eu mudei de ideia.

Não é querer desmerecer o time do Estreito. Não é querer justificar um empate nos acréscimos dos acréscimos (não foi bem isso, sabemos, pois o juiz não sinalizou). Não é querer jogar a culpa no juiz. Não é querer chorar. É apenas querer que o futebol do Avaí seja respeitado, de uma vez por todas!

Há, no lance do gol do Figueira, pelo menos 3 motivos pelos quais o gol poderia ter sido anulado, incontestavelmente. Basta dizer que Wilson fez falta em Zé Carlos. O lance teria que ser parado neste exato momento. Não me excederei em comentar a respeito dos 49'11''.

Vergonha. Raiva. Decepção. Atitudes como a de Luiz Orlando de Souza desmotivam e desvalorizam o campeonato.


Agora, venham dizer que estou de chororô. Isso é tão previsível...


Saudações avaianas,

Fernanda Aline

2 comentários:

  1. Concordo totalmente!
    E parabéns pela volta, fez falta na blog esfera.

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  2. Nem me fala... Vontade de matar um com tanta sacanagem! Eles não tem capacidade de fazer um jogo limpo. E quem sofre somos nós, avaianos!
    "Ê, Figayra, vou tomar..."

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